💰 Estudo de Ativos - COIN11
- Alexandre Palazzo
- 17 de mar. de 2025
- 12 min de leitura
Um bitcoin com dividendos. Bom demais pra ser verdade?
Por Alexandre Palazzo, em 14/03/2025
Resumo:
Exploramos o COIN11, um ETF que segue o Bitcoin e paga dividendos via covered call, e o HASH11, que replica uma cesta de criptomoedas sem proventos, analisando qual pode ter maior retorno total até o fim do ciclo atual.
Detalhamos a estratégia de “covered call” do COIN11, que gera renda mensal, mas limita ganhos em fortes altas do Bitcoin, e avaliamos se é confiável ou um esquema fraudulento.
Seguimos o modelo Stock-to-Flow (S2F), que prevê o preço do Bitcoin com base em sua escassez, sugerindo um pico em setembro/outubro de 2025 e uma baixa de 12-18 meses, na qual o COIN11 pode ter uma vantagem sobre o HASH11.
O HASH11 pode ser ideal até o topo do ciclo e o COIN11 durante a baixa, oferecendo dividendos como proteção em mercados de queda.
Tudo é explicado com base em dados e lógica, mas reforçamos que este é um conteúdo educativo, não uma dica de investimento — leia o disclaimer completo ao final do artigo!
O mercado brasileiro já conhecia há bastante tempo o ETF HASH11, que começou sua história com uma cesta de criptomoedas mas que foi se tornando maximalista e hoje possui aproximadamente 80% dos seus holdings em BTC. Na virada do ano surgiu um concorrente diferente para este fundo, o ETF COIN11, que segue 100% da variação de preço do Bitcoin, cobra uma taxa alta de administração de quase 1% ao ano mas que promete dividendos mensais de 2%, um valor também muito alto. Preocupado com a legitimidade de investimentos desse tipo, especialmente em um mercado como o de criptomoedas, que já viu sua cota de esquemas fraudulentos, o Monge Investidor foi aos estudos! Buscamos detalhes sobre a Buena Vista Capital, o ETF COIN11 e vamos explicar de onde vêm os dividendos gordos que o fundo promete.

Quem é a Buena Vista Capital
A Buena Vista Capital é uma gestora de recursos independente com sede em Brasília. Ela é registrada e regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que significa que está sujeita à supervisão do órgão responsável por regular o mercado de capitais no país. A empresa foca em soluções de investimento inovadoras, combinando estratégias de venture capital e investimentos em mercados globais, como ações e criptoativos. Além do COIN11, a gestora administra outros ETFs, como o SPYI11 (focado em grandes empresas americanas) e o QQQI11 (ligado ao Nasdaq-100), além de fundos como Kenobi e Pascal. Seu patrimônio total sob gestão é superior a R$ 270 milhões, com mais de 15 mil cotistas, o que indica uma operação de porte razoável no mercado brasileiro.
A Buena Vista não parece ser uma empresa fantasma ou improvisada. Sua atuação é pública, com site oficial (buenavista.capital), documentos acessíveis e presença no mercado financeiro tradicional via B3, a bolsa brasileira. Isso reduz a probabilidade de ser uma pirâmide ou algum outro tipo de operação fraudulenta, já que esquemas desse tipo geralmente evitam regulamentação e transparência.
O ETF COIN11
O COIN11, oficialmente chamado de Buena Vista Neos Bitcoin High Income ETF, é um fundo de índice negociado na B3 (código BVMF:COIN11) que busca replicar o desempenho do índice NEOS Bitcoin High Income Index (BTCI), criado pela NEOS Investment Management LLC, uma empresa americana. O ETF foi lançado no Brasil em dezembro de 2024 e tem como objetivo oferecer exposição ao preço do Bitcoin (BTC) enquanto paga dividendos mensais aos cotistas. A taxa de administração é de 0,98% ao ano, e o fundo investe pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas de um fundo subjacente que segue o índice BTCI, com os 5% restantes em ativos permitidos pela regulamentação.
O COIN11 é divulgado como o primeiro ETF de Bitcoin no Brasil a distribuir proventos mensais, com uma meta de rendimento adicional anualizado de cerca de 24% (ou seja, cerca de 2% ao mês). Esses dividendos são tributados em 15% na fonte, o que simplifica a questão fiscal para o investidor.
De onde vêm os dividendos, afinal?
O Bitcoin, por si só, não gera renda passiva como staking (comum em criptomoedas como Ethereum ou Solana) ou dividendos tradicionais de ações. Então, como o COIN11 paga esses proventos? Já vimos corretoras oferecerem renda em troca de moedas emprestadas, mas esse tipo de operação pode resultar em catástrofe durante as baixas, como aconteceu com a FTX, que não só faliu como levou consigo negócios mais sérios, como a BlockFi e por pouco não quebrou gigantes como a Gemini. Segundo a documentação da Buena Vista, não é essa a fonte de renda do ETF. A resposta está na estratégia de investimento do ETF, que utiliza uma técnica chamada covered call (venda coberta de opções de compra), que funciona basicamente assim:
Exposição ao Bitcoin: O fundo mantém uma posição comprada em Bitcoin, geralmente via contratos futuros ou outros instrumentos financeiros que rastreiam o preço do BTC. Isso garante que o valor das cotas do COIN11 acompanhe a valorização (ou desvalorização) do Bitcoin.
Venda de opções de compra: A gestora vende opções de compra (call options) sobre essa posição em Bitcoin. Essas opções são contratos que dão ao comprador o direito (mas não a obrigação) de comprar Bitcoin a um preço pré-determinado (strike price) até uma data específica. Como o Bitcoin é um ativo volátil (com volatilidade média de 60%, segundo a gestora), os prêmios pagos por essas opções tendem a ser altos.
Ganhos com os prêmios: Quando a gestora vende essas opções, ela recebe um pagamento imediato (o "prêmio"). Esse dinheiro é a fonte dos dividendos distribuídos aos cotistas. Se o preço do Bitcoin ficar abaixo do strike price até o vencimento das opções, elas expiram sem valor, e a gestora fica com o prêmio total. Se o preço subir, a venda da moeda é obrigatória e o ETF fica com o dinheiro da opção mas perde parte da valorização do BTC que vendeu.
COIN11 não é ideal na fase de alta
O uso da estratégia de covered call no COIN11 pode limitar o potencial de valorização da cota em cenários de forte alta do Bitcoin (BTC), e isso é uma característica inerente desse tipo de abordagem. Vamos explicar como isso funciona e o impacto que pode ter no valor da cota, para que você possa avaliar se o tradeoff entre dividendos e crescimento do capital faz sentido para você.
Como o Covered Call Impacta o Valor da Cota
Na estratégia de covered call, o fundo mantém uma posição comprada em Bitcoin (ou em instrumentos que replicam seu preço, como futuros) e vende opções de compra (calls) sobre essa posição. O prêmio recebido pela venda das opções é usado para pagar os dividendos. No entanto, o preço de exercício (strike price) dessas opções define um teto para os ganhos potenciais do fundo em caso de alta do BTC. Aqui está o que acontece em diferentes cenários:
BTC sobe pouco ou fica estável: Se o preço do Bitcoin não ultrapassa o strike price das opções vendidas até o vencimento, as opções expiram sem valor. O fundo mantém toda a valorização do BTC até esse ponto e ainda embolsa o prêmio das opções, que é distribuído como dividendo. Nesse caso, o impacto no valor da cota é mínimo ou nulo, e os cotistas ganham tanto com a valorização quanto com os proventos.
BTC sobe muito: Se o preço do Bitcoin ultrapassa significativamente o strike price, o comprador das opções exerce seu direito de comprar o BTC a esse preço pré-determinado. O fundo é obrigado a entregar a posição em BTC (ou o equivalente em dinheiro, dependendo do contrato) ao strike price, perdendo qualquer ganho adicional acima desse valor. Em outras palavras, o upside (potencial de alta) da cota fica "capeado" no nível do strike price, enquanto um investidor que apenas segurasse BTC diretamente lucraria com toda a valorização.
BTC cai: Se o preço do Bitcoin despenca, o valor da cota do COIN11 acompanha essa queda, já que o fundo está exposto ao preço do BTC. As opções vendidas expiram sem valor, e o prêmio recebido oferece um pequeno "colchão" contra a perda, mas não impede a desvalorização da cota.
Exemplo Prático
Imagine que o COIN11 tem uma posição em BTC a US$ 60.000 por unidade, e a gestora vende uma call com strike price de US$ 65.000, recebendo um prêmio de US$ 2.000 por BTC (valor hipotético para simplificar). Veja os cenários:
- BTC vai para US$ 63.000: A opção expira sem ser exercida. O fundo ganha US$ 3.000 de valorização (63.000 - 60.000) + US$ 2.000 do prêmio = US$ 5.000 por BTC. A cota sobe, e o dividendo é pago.
- BTC vai para US$ 70.000: A opção é exercida. O fundo entrega o BTC a US$ 65.000, ganhando US$ 5.000 (65.000 - 60.000) + US$ 2.000 do prêmio = US$ 7.000 no total. Mas quem segurou BTC diretamente lucrou US$ 10.000 (70.000 - 60.000). A cota do COIN11 não acompanha a alta além dos US$ 65.000.
- BTC cai para US$ 55.000: A opção expira sem valor. O fundo perde US$ 5.000 (55.000 - 60.000), mas o prêmio de US$ 2.000 reduz a perda líquida para US$ 3.000. A cota reflete essa desvalorização.
Tradeoff: Dividendos vs. Valorização
O que o COIN11 faz, na prática, é trocar parte do potencial de alta do Bitcoin por uma renda recorrente (os dividendos). Isso pode ser interessante para quem busca fluxo de caixa mensal e aceita abrir mão de ganhos maiores em um bull market (mercado de alta). Por outro lado, em um cenário de forte valorização do BTC — como os picos históricos que já vimos —, o COIN11 vai performar pior do que simplesmente comprar e segurar Bitcoin diretamente, porque o upside é limitado pelo strike price das opções.
A gestora Buena Vista afirma que o índice NEOS Bitcoin High Income Index, que o COIN11 replica, foi projetado para gerar cerca de 24% de renda anualizada via covered calls, além da exposição ao BTC. Eles escolhem strikes "out of the money" (acima do preço atual do BTC) para balancear renda e participação na alta. No entanto, a volatilidade do Bitcoin (média de 60%, segundo a própria Buena Vista) é o que torna os prêmios altos, mas também aumenta o risco de o BTC ultrapassar o strike em momentos de explosão de preço.
Se considerarmos que o topo do ciclo do BTC está próximo, COIN11 poderia ser uma opção melhor para o período de baixa, que duraria os próximos 12-18 meses. O modelo S2F (Stock-to-Flow), popularizado por PlanB, prevê os ciclos de preço do Bitcoin com base na relação entre o estoque existente (stock) e a emissão anual de novos BTC (flow), que diminui a cada halving. Após o halving de abril de 2024, o S2F sugere que o preço do BTC pode atingir um pico entre US$ 100.000 e US$ 200.000 (ou até mais, dependendo da versão do modelo) cerca de 18 meses depois, o que nos leva a setembro/outubro de 2025. Após esse topo, historicamente, o Bitcoin entra em um bear market (mercado de baixa) por 12 a 18 meses, com quedas significativas (muitas vezes 70-80% do pico).
Se esse padrão se repetir:
Fase de alta (até outubro de 2025): BTC sobe agressivamente até o topo.
Fase de baixa (novembro de 2025 a meados de 2027): BTC corrige e entra em consolidação ou queda prolongada.
Até o Topo (Março a Outubro de 2025)
COIN11:
- Vantagem: Os dividendos mensais (meta de ~2% ao mês) continuam sendo pagos, independentemente da direção do preço, desde que a volatilidade do BTC gere prêmios altos nas opções “covered call”.
- Limitação: Se o BTC subir muito (digamos, de US$ 70.000 em março para US$ 150.000 em outubro, +114%), o covered call vai limitar a valorização da cota. Os strikes das opções podem ser ajustados mensalmente pela gestora, mas ainda assim o COIN11 não capturará todo o upside. Você ganha os proventos (talvez 12-16% acumulados em 8 meses), mas perde parte da explosão de preço.
- Retorno estimado: Valorização parcial (ex.: 50-70% do ganho do BTC) + dividendos (~12-16%).
HASH11:
- Vantagem: Como replica o Nasdaq Crypto Index (NCI), com forte peso em BTC, o HASH11 deve acompanhar de perto a alta do Bitcoin, sem limite de upside. Se o BTC dobrar de preço, o HASH11 terá uma valorização próxima disso (ajustada pela cesta diversificada).
- Limitação: Não paga dividendos, então todo o retorno vem da cota.
- Retorno estimado: ~90-100% do ganho do BTC (ex.: 100-110% se o BTC subir 114%).
Vencedor até o topo: HASH11, por capturar mais da valorização bruta do BTC.
Durante a Baixa (Novembro de 2025 a Meados de 2027)
COIN11:
- Vantagem: Em um bear market, o preço do BTC cai (ex.: de US$ 150.000 para US$ 50.000, -66%). A cota do COIN11 também cai, mas os dividendos continuam sendo pagos, já que a estratégia de covered call lucra com a volatilidade, que costuma ser alta em correções. Esses proventos (ex.: 2% ao mês, ou 24-36% em 12-18 meses) podem amortecer a perda ou até gerar retorno positivo líquido em um cenário de queda moderada.
- Limitação: Se o BTC entrar em uma queda brutal e prolongada com baixa volatilidade (um "inverno cripto" estagnado), os prêmios das opções podem diminuir, reduzindo os dividendos.
- Retorno estimado: Queda da cota (ex.: -60%) amortecida pelos dividendos, que podem variar de +12 a +36% no período dependendo de quanto o ETF consegue efetivamente extrair desse mercado.
HASH11:
- Vantagem: Nenhuma específica na baixa, já que o HASH11 simplesmente reflete o NCI. Se o BTC cair 66%, o HASH11 terá uma desvalorização semelhante (ajustada pela cesta).
- Limitação: Sem dividendos, não há "colchão" contra a queda. O retorno total será diretamente proporcional à perda do mercado. A presença, ainda que pequena, das altcoins pode acentuar a queda de valor da cota, pois elas sofrem mais que o BTC num bear market.
- Retorno estimado: Queda de ~60-70%, sem renda adicional.
O vencedor na baixa, portanto, seria COIN11, por oferecer dividendos que mitigam perdas, ainda que eles caiam drasticamente pela falta de interesse nas opções. Especialmente se o foco do cotista for a obtenção de renda passiva ou a redução de volatiliadde.
Tática de uso dos dois ETFs alternadamente
Se você acredita no S2F e quer otimizar retornos, pode pensar em invistir em HASH11 ou BTC direto para capturar a alta total de agora até setembro/outubro deste ano, migrando para o COIN11 (ou aumentando a posição nele) para se beneficiar dos dividendos durante a baixa, a partir de outubro/novembro, reduzindo o impacto da correção e acumulando cotas baratas para o próximo ciclo. Para isso, é preciso reinvestir os dividendos em COIN11 por um ano, para depois ir migrando de volta ao HASH11. Esta tática considera o ganho bruto de capital e é ideal para pequenos investidores. Grandes volumes podem exigir outro approach, já que o ganho de capital (e o imposto cobrado sobre ele) passa a ter mais importância na hora da troca de HASH11 por COIN11. Faça simulações com um contador ou aplicativo antes de tomar a decisão sobre como operar.
Conclusão
O ETF COIN11 pode ser uma opção melhor para o período de baixa (12-18 meses após outubro de 2025), especialmente se você valoriza renda passiva e proteção parcial contra quedas. Ele brilha em mercados laterais ou de baixa volatilidade com correções, enquanto o HASH11 é mais adequado para a fase de alta. A decisão depende do timing da sua entrada e saída — acompanhar o ciclo de perto será chave!
O COIN11 não parece uma pirâmide ou fraude — é um produto regulamentado, transparente em seus objetivos e lastreado por uma estratégia financeira conhecida (covered call). Porém, ele não é ideal para quem acredita em uma valorização exponencial do Bitcoin a longo prazo, já que o teto imposto pelas opções pode "roubar" parte desse ganho. É mais adequado para quem quer exposição ao BTC com uma renda extra, aceitando um perfil de retorno mais moderado em troca de proventos mensais.
Se você quer o potencial total de alta do Bitcoin, comprar BTC diretamente (via corretoras confiáveis) ou investir em ETFs puros de cripto (como o BITH11 ou HASH11, que não usam covered call) pode ser mais alinhado. O COIN11 é uma escolha de nicho: renda passiva com exposição ao BTC, mas com um custo no upside. Avalie seu objetivo (crescimento ou renda) antes de decidir, pense se você tem tempo e energia para adotar uma tática de uso dos dois ETFs alternadamente. Antes de tudo, tenha uma estratégia definida sobre o que você quer do mercado - assim fica mais fácil saber qual produto atende os seus desejos e metas, levando-o ao destino certo!
Bons investimentos! 🙏
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