📚 Faça Fortuna com Ações Antes que Seja Tarde
- Alexandre Palazzo
- 4 de jul. de 2025
- 12 min de leitura
Atualizado: 6 de jul. de 2025
Resenha do Livro de Décio Bazin
Editora Cla, 2017 (1a ed. 1992)

Resumo
Decio Bazin foi analista, operador, investidor na Bolsa de SP e colunista da Gazeta Mercantil e do Balanço Financeiro. Após mais de 30 anos de mercado, compilou uma estratégia simples baseada em números que o investidor iniciante consegue obter e entender. O livro conta histórias marcantes e divertidas que ajudaram Bazin a firmar suas convicções e mostram a sua intimidade com o sistema. Apesar de descrever uma Bolsa que não existe mais, a métrica de sua estratégia continua atual, e nos permite montar uma carteira teórica atualizada semestralmente do que seria comprado por ele nos dias de hoje. A obra contém ainda vários alertas importantes a novatos e veteranos, sobre episódios que destruiram inúmeros especuladores. Inclusive o autor, que renasceu como investidor depois de um tombo monumental. O objetivo primário do livro é demonstrar que viver de dividendos com ações compradas abaixo do preço justo é a melhor estratégia de investimentos que existe, senão a única. Como ele mesmo diz, “A parte que você vai ler a seguir mostra como se ganha dinheiro na Bolsa, usando nada mais do que lógica, bom senso, pragmatismo, paciência e uso correto de informações específicas.” E em outra passagem: “É conselho prático, decepcionante pela sua simplicidade e que por isso mesmo as pessoas de mente complicada relutam em aceitar.”
Lições importantes
“A grande maioria das pessoas não tem a mínima noção do que seja a Bolsa.”
“Como reconhecer o Novato Deslumbrado? Eles têm características comuns que os igualam. Costumam, por exemplo, ficar aborrecidíssimos quando os preços continuam subindo depois que venderam seu papel com lucro; mortificam-se fazendo cálculos de quanto deixaram de ganhar e sofrem quando olham para cotações; confundem dinheiro não ganho com dinheiro perdido e choram por terem vendido sua posição prematuramente. Depois que perdas irrecuperáveis o alijam do mercado, o Novato Deslumbrado passa a ser o maior detrator da Bolsa e dos seus personagens. Ele espalha por todos os cantos que a Bolsa é um antro de marginais.”
“Mais de 95% das ações (...) são negociadas não pelo que valem, mas por preços escandalosamente falsos e sem nenhuma correspondência com valores intrínsecos.”
“Um investimento vale pelo rendimento que proporciona.”
“Aplicar em ações com base no cash-yield somente foi possível no Brasil a partir de dezembro de 1976, no advento da Lei das S.A., que obrigou as empresas a pagar dividendos mínimos de 25% do lucro líquido.”
Especuladores tentam adivinhar para onde vai o preço da ação. Investidores usam a métrica abaixo, compram ações quando vale a pena, caso contrário compram títulos de dívida.
“Você pode comer um ovo todo dia, mas não cometa a imprudência de matar a galinha.”
Itens que não geram rendimento não são um investimento. Ouro, dólar, arte, jóias, etc. (Eu discordo de vários pontos, este sendo um dos que mais me dá arrepios)
Imóveis e negócios próprios rendem pouco e dão imenso trabalho. É melhor ser acionista.
“Com o passar do tempo, você poderá viver exclusivamente dos dividendos que a empresa paga como parcela de distribuição dos lucros.”
“No crash de outubro de 1987 em Wall Street, ações às quais os teóricos norte-americanos atribuíam (...) zero de risco também caíram de modo fragoroso, como edifícios implodidos.”
“Se houver dez empresas que lhe deem dividendos satisfatórios, ele aplica um décimo em cada uma delas. Se uma falir, o Investidor perde 10% do seu capital, jamais 100%.”
“Nosso escritório muitas vezes negociou com opções, mas descartando suas variantes especulativas e escolhendo fórmulas pelas quais pudéssemos aplicar com total segurança. Em certo momento, paramos de negociar com opções, ao verificarmos que nesse mercado os grandes Manipuladores e Especuladores abusam do privilégio de criar condições para ganharem de modo consistente. (...) Nos concentramos no mercado à vista, que nos proporcionava rendimentos satisfatórios sem nos desviar da nossa linha de tranquilidade.”
“O papel só é caro e inviável quando deixa de remunerar os acionistas com dividendos compatíveis com o preço.”
“Estou convencido de que ninguém precisa de palpites alheios para decidir onde empregar o próprio dinheiro – esse dinheiro que é tão difícil de ganhar. Entendo que, se precisar depender de um especialista para administrar os seus bens, você não merece o dinheiro que tem. Qualquer um precisa realmente não mais do que uma orientação. E depois de obtê-la deve partir sozinho para seu voo, como fazem as borboletas quando saem das crisálidas. Só uma orientação, nada mais.”
Erros comprovados
“Pode-se afirmar que a Bolsa jamais terá outro crash igual ao de 1971. Isto porque as fundações estarão sempre a postos para comprar as ações oferecidas, o que segurará os preços.” A Bolsa teve mais de um. 2008 e 2020 são exemplos recentes.
“Um crash que provoque desastre social não poderá acontecer novamente, embora muitos Especuladores individuais ainda venham a arruinar-se quando negociarem mal.” O autor ignorou os ciclos de mercado, que abalam a estrutura social e econômica de um país em recessão profunda, que afeta inclusive os dividendos pois grande parte das empresas opera um bom tempo no prejuízo, podendo até mesmo falir.
Bazin fez as afirmações acima entendendo que compradores obrigados por lei a adquirir ações, como fundos de pensão, seriam suficientes para evitar qualquer crise maior. A história já mostrou que não é o caso. E os fundos de estatais tiveram uso político, sendo obrigados a comprar empresas podres, que jamais fariam parte da carteira do autor. Esse é o perigo do viés perma-bull, que pinta tudo de rosa do mesmo jeito que o perma-bear sempre vê algo prestes a explodir.
Minhas críticas
O autor joga no lixo a análise técnica, como conto de fadas, incapaz de servir à qualquer tipo de estudo sobre um ativo. Eixstem boas e más análises e analistas, existem os incompetentes e os mal-intencionados, mas a estatística é a base da análise técnica. Números, muitas vezes traduzidos em gráficos para facilitar o entendimento, mas que hoje voltam ao estado puro (numérico) e abastecem algoritmos que fazem trades certeiros através de robôs são uma realidade. Assim como os indicadores técnicos conseguem prever movimentos antes que eles aconteçam, especialmente os macro-econômicos, também com base estatística. Entendo que análise técnica ou gráfica, a criação de algoritmos baseados em estatística e o estudo fundamentalista são 3 maneiras complementares (e imperfeitas) de se estudar o mercado. Juntas, na minha opinião, elas tornam o investidor mais consciente e preparado.
O especulador inconsciente (a sardinha) quebra a cara no mercado, nisso o autor está correto. Mas especular não é necessariamente ruim. Tendo manejo de risco e consciência, o especulador pode ter sucesso. Existem grandes fundos de investimento globais que especulam, assim como existem aqueles que investem. É difícil cravar a melhor estratégia. Eu entendo que a melhor estratégia é função também da pessoa, de suas qualidades e vícios, de seus talentos e pontos cegos. O perigo mora em achar que se está investindo quando na verdade se está especulando.
Bazin fala em risco zero logo depois de criticar os “tecnômanos” que falharam ao dizer que determinadas ações jamais entrariam em colapso. Por convicções diferentes, comete o mesmo erro. Risco existe sempre. É total quando se entra, e vai sendo minimizado na medida em que se resgata o valor investido. Mas Bazin é anterior a Taleb, e o conceito de risco não era bem entendido na sua época.
Ele condena ainda o uso de stop loss. Em sua estratégia, realmente, não há porquê. Mas existem várias outras formas de gestão de risco que exigem o uso de stops. O excelente trabalho de Bazin não exclui a vaidade de outras ferramentas, teorias e práticas.
Estratégia
“Comprar, comprar e comprar ações de empresas sólidas até alcançar o objetivo final, e ficar longe do agitado mundo da Bolsa e das suas más influências, eis o segredo.”
“Partimos do principio econômico de que nenhuma empresa paga sistematicamente bom cash-yield se tiver desempenho sistematicamente ruim. O trabalho inicial consiste em descobrir empresas que paguem consistentemente dividendos anuais equivalentes a pelo menos 6% do preço de Bolsa.”
“Se as ações da carteira pagarem menos que 6% anuais, não estarão sendo remunerativas. É melhor livrar-se delas. Se não existirem outras que as substituam, o mercado de ações deixa de ser alternativa interessante. Títulos de renda fixa estarão sendo então melhor escolha do que investimentos de renda variável.”
Preço justo de uma ação = dividendo anual x 16,67 (ou x 100 / 6).
Dividend Yield básico = 6% (de onde sai o 6 do cálculo anterior).
O Yield considera uma taxa de juros na Renda Fixa universal de 6%.
Dividendos abaixo disso, o papel não vale a pena: melhor investir na renda fixa.
Observação minha: não sei o que o autor pensaria do duelo RF x RV nos dias atuais, com a SELIC rumando aos 15%! Talvez ele ajustasse o DY mínimo para entrar em uma ação, mas seguiremos considerando a sua fórmula original.
Carteira teórica: como Bazin investiria hoje?
A carteira de Bazin é descrita detalhadamente em seu livro, e pode ser resumida nas seguintes regras:
São compradas as ações mais negociadas (vamos considerar as constantes no Ibovespa).
Dividend Yeld > 6% ao ano, sendo que o primeiro é calculado para a abertura da carteira pela divisão dos dividendos pagos pelo preço do papel, multiplicado por 100.
Os valores de ações e rendimentos são dolarizados.
As alterações de carteira (troca de empresas no portfolio) eram feitas em Abril e Outubro.
Havia uma conversa com o mercado, que o autor chama de “Qualificação”, sobre endividamento excessivo ou comportamento suspeito. Vamos excluir empresas com dívida líquida > patrimônio líquido e casos de escândalos de corrupção ou crimes cometidos pela empresa contra a sociedade ou seus acionistas.
A ação é vendida quando fica 2 anos seguidos sem entregar ao menos 6% de rendimento sobre o capital inicial aplicado (não é comparado ao valor da ação no momento). Se formos usar o yeld do período corrente, o autor sugere a tática de Abraham Feldsman, que vendia o ativo que não alcançasse mais os 4%. Para facilitar nossa conta, vamos usar o último.
Uma nova ação só pode ser integrada à carteira se nos últimos 2 anos tiver entregue rendimentos superiores a 6%, e neste momento o yield for de 6% sobre o preço atual.
Os dividendos pagos são reaplicados na empresa pagadora.
A qualificação de compra ainda passou no livro por uma análise setorial, escolhendo a empresa mais atraente, e pelo corte de empresas com tarifas “arrochadas”, conceito que não é adequadamente descrito, por isso foi desconsiderado.
Ao todo, Bazin usou 20 ações em sua carteira demonstrada. Diz ele que o número foi uma coincidência, mas vamos reproduzi-lo para tentar obter o mesmo nível de filtragem de sua equipe.
🚨 Importante: a carteira teórica não é uma recomendação de investimento dos autores do livro ou da resenha.
Metodologia e Suposições:
Dolarização: Para dolarizar os valores, usei uma taxa de câmbio média de R$ 5,50 por dólar (estimativa baseada em cotações recentes). Dividendos e preços das ações foram convertidos para USD.
Dividend Yield: O DY foi calculado com base nos dividendos pagos nos últimos 12 meses (ou projeções para 2025, quando disponíveis) dividido pelo preço atual da ação. Para os últimos 2 anos, considerei o DY médio de 2023 e 2024, quando os dados estavam disponíveis.
Endividamento: A relação dívida líquida/patrimônio líquido foi estimada com base em indicadores fundamentalistas disponíveis, como dívida líquida/EBITDA (convertida quando necessário) ou relatórios de balanço. Empresas com dívida líquida/EBITDA > 2,5x foram analisadas com cautela, e aquelas com dívida líquida/patrimônio líquido > 1 foram excluídas.
Escândalos de corrupção: Foram eliminadas as empresas com histórico recente de escândalos significativos, como Petrobras e JBS/Marfrig (devido a escândalos como os ligados à Operação Lava Jato e outras investigações).
Análise setorial: Priorizei diversificação setorial, selecionando as empresas mais atraentes (maior DY, menor endividamento, melhor governança) em cada setor representado no Ibovespa.
Limitações: Nem todas as empresas do Ibovespa têm dados completos de DY para 2023 e 2024 ou informações detalhadas sobre dívida líquida/patrimônio líquido. Quando os dados exatos não estavam disponíveis, utilizei projeções ou médias setoriais. Refaça a pesquisa antes de decidir por qualquer investimento entre os ativos listados!
Seleção das Ações:
Passo 1: Identificar ações do Ibovespa
O Ibovespa inclui cerca de 80 empresas, as mais líquidas da B3. Com base nas fontes, foquei em empresas frequentemente citadas por altos DY, como Petrobras, Vale, Banco do Brasil, BB Seguridade, Itaú, Bradesco, Telefônica Brasil, Copasa, Engie, CPFL Energia, entre outras.
Passo 2: Filtrar por Dividend Yield > 6%
Com base nos dados de 2025 (e projeções para o ano), selecionei ações com DY atual ≥ 6% e que apresentaram DY > 6% em 2023 e 2024. Exemplos de DY recentes:
Marfrig (MRFG3): 28,14% (2024)
JBS (JBSS3): 19,90% (2024)
Cemig (CMIG4): 18,24% (2024)
Petrobras (PETR4): 13,49% (2024)
Petrobras (PETR3): 12,88% (2024)
Isa Cteep (ISAE4): 10,26% (2025 até maio)
CPFL Energia (CPFE3): 8,85% (2025 até maio)
TIM (TIMS3): 7,82% (2025 até maio)
Vale (VALE3): 8,89% (2024)
Bradesco (BBDC4): ~10% (2024)
Itaú (ITUB3): ~6% (2024)
Telefônica Brasil (VIVT3): 6% (2024)
BB Seguridade (BBSE3): ~10% (2024)
Engie (EGIE3): ~8% (2023)
Copasa (CSMG3): ~9% (2024)
Passo 3: Excluir por Endividamento
Empresas com dívida líquida/patrimônio líquido > 1 foram excluídas. Dados específicos de dívida líquida/patrimônio líquido não estavam disponíveis para todas as empresas, mas utilizei proxies como dívida líquida/EBITDA < 2,5x (critério de Investing.com) e informações setoriais:
Engie (EGIE3): Dívida líquida/EBITDA ~2x, considerada saudável.
Copasa (CSMG3): Dívida líquida/EBITDA ~1,5x, aceitável.
Banco do Brasil (BBAS3): ROE elevado (~15%) e endividamento controlado.
Itaú (ITUB3) e Bradesco (BBDC4): Bancos com endividamento típico do setor, mas considerados saudáveis.
Marfrig (MRFG3) e JBS (JBSS3): Altos DY, mas ciclos econômicos voláteis e endividamento potencialmente elevado (excluídas após análise de risco).
Petrobras (PETR3/PETR4): Apesar de lucros altos, o endividamento é elevado em alguns períodos, mas está dentro do limite para estatais (excluída por outros critérios).
Empresas como PRIO (PRIO3) foram excluídas por não pagarem dividendos no último ano.
Passo 4: Excluir por Escândalos de Corrupção
Petrobras (PETR3/PETR4): Apesar de melhorias na governança, o histórico de escândalos (Lava Jato) e interferências políticas recentes (2023-2024) a excluem.
JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3): Envolvidas em escândalos como Lava Jato e questões éticas no setor de carnes, foram excluídas.
Vale (VALE3): Apesar de alto DY, os desastres de Mariana e Brumadinho (com implicações éticas e financeiras) a excluem por “crimes contra a sociedade”.
Passo 5: Verificar DY ≥ 4% Atual e > 6% nos Últimos 2 Anos
Empresas que não mantiveram DY > 6% em 2023 e 2024 ou que têm DY atual < 4% foram excluídas.
Passo 6: Análise Setorial
Priorizei diversificação, selecionando empresas de setores como energia elétrica, saneamento, bancos, seguros, telecomunicações e propriedades logísticas. Excluí empresas menos atraentes no mesmo setor. Itaú e Bradesco caíram para Banco do Brasil nesse momento, por exemplo.
Passo 7: Seleção Final
Com base nos filtros, selecionei as ações que atendem aos critérios de DY, endividamento, ausência de escândalos e diversificação setorial. Aproveitei para fazer uma “compra teórica” em 2020 e com isso ver como essa carteira teria performado nos últimos anos, anualizando os resultados de 2025. A tabela abaixo mostra como ficou a carteira (alguns preços podem conter distorções se comparados à contação de hoje por agrupamentos e splits que eu não considerei).
Resultado:

O que fica evidente na tabela acima é que se formos seguir à risca o que o autor diz, não conseguimos ter 20 empresas na carteira. Falta ao Brasil um leque de empresas e até mesmo de setores para uma diversificação maior e, sem ela, corremos o risco de termos alguns anos com dividendos menores que outros, o que é péssimo para o investidor aposentado. Mas se abrirmos algumas excessões (colocando vários papéis do mesmo setor) ou mantivermos uma posição significativa em renda fixa para balancear esse tipo de oscilação, o investidor vai conseguir atingir seus objetivos. Ainda seria possível incluir aí ETFs de dividendos ou fundos imobiliários, mas quis ser fiel ao método, ainda que isso nos desse uma carteira “curta”.
Conclusão:
O método Bazin ainda funciona nos dias de hoje, e seguirá funcionando quando os dividendos forem taxados. O Brasil conta com uma regra muito favorável aos acionistas que obriga todas as empresas listadas em bolsa a distribuirem na forma de dividendos pelo menos 25% de seu lucro líquido. Apesar de individualmente as empresas oscilarem, ano a ano a renda passiva subiu sempre.
Pessoalmente, avaliei em profundidade apenas BBAS3 (há um estudo completo da empresa aqui no blog), e não faria investimentos nessa lista toda sem antes aprofundar o meu conhecimento sobre cada uma. Mas considero a ideia dessa carteira de ações muito interessante para quem busca renda passiva no Brasil. Eu faria adaptações ao método, apertando um pouco mais os filtros quantitativos, mas aqui busquei mostrar como seria seguir à risca as palavras do autor do livro. Os ganhos de aproximadamente 50% no patrimônio em dólar e de quase 100% nos dividendos em 5 anos são resultados excelentes e que comprovam a eficiência do método. Ainda que eu não concorde com tudo o que Décio Bazin afirma, considero seu livro uma leitura obrigatória aos investidores brasileiros. Cresci como investidor ao me entregar ao aprendizado que o livro e a carreira do autor me trouxeram. E sou muito grato ao amigo que me apresentou a obra, o Cmte. Ronald Gomes. Obrigado, “my Captain”!
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